O Estado não é uma ampliação do círculo familiar e, ainda menos, uma integração de certos agrupamentos, de certas vontades particularistas, de que a família é o melhor exemplo. Não existe, entre o círculo familiar e o Estado, uma gradação, mas antes uma descontinuidade e até uma oposição. (HOLANDA, 1995, p.141). A partir do texto citado, pode-se pensar sobre um fenômeno recorrente na sociedade brasileira. Qual destes fenômenos o texto permite supor?