A prática de inúmeras violações ao ser humano, sob o álibi do interesse científico, levadas a cabo no período da Segunda Guerra, mormente as realizadas pelos nazistas, tais como a infestação de prisioneiros com doenças para testar vacinas e a esterilização e amputação de membros, trouxeram à tona a questão da ética na pesquisa, evidenciando a necessidade de priorizar a dignidade humana e de refletir acerca da regulamentação e dos limites da pesquisa em seres humanos.
(Paulo Henrique de Oliveira e Roberio Nunes dos Anjos Filho. “Bioética e pesquisas em seres humanos”. Revista da Faculdade de Direito, 2006. Adaptado)
No texto, segundo os autores, discussões em Bioética situam-se quando