Pensar a ação supervisora é também pensar a maneira como essa ação se intitula, pois o nome é, essencialmente, uma identificação, uma atribuição de identidade. Rangel (In: FERREIRA, 2000) observa que persiste não um nome, mas uma nomenclatura, um vocabulário, conjunto de termos com que se mantêm desde o final dos anos 80, 90 os diversos modos, variáveis nos Estados e nas escolas, de designar a ação do supervisor, como: supervisão (educacional, escolar, pedagógica.), orientação pedagógica, coordenação (pedagógica, de turno, de área ou disciplina.). Assinale a opção que NÃO contém o conjunto de elementos e seus elos articuladores capaz de explicar a visão de supervisão denominada por Rangel (In: FERREIRA, 2000):