O marco para implantação de políticas de ações afirmativas no Brasil é considerado por Cardoso (2008), Cavalcante (2015), dentre outros autores:
A Lei nº 9.100/96, que estabelece reserva de percentual mínimo para candidatura de mulheres em partidos políticos.
A II Conferência Mundial contra o Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerância Correlata, em Durban, África do Sul, no ano de 2001.
A Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012, que dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio e dá outras providências (Lei das cotas).
O Programa Nacional de Direitos Humanos, que faz expressa alusão às políticas compensatórias, prevendo como meta o desenvolvimento de ações afirmativas em favor de grupos socialmente vulneráveis.
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