O clima de golpe civil-militar estava em processo e expresso nas páginas dos jornais paraenses. O golpe de Estado veio, com
o apoio da imprensa, dos políticos ligados ao PDS no Pará, com o apoio da igreja, da maçonaria, da intelectualidade, dos produtores rurais (fazendeiros), dos comerciantes. Contra a quebra da democracia representativa, implantada no Brasil em 1946,
só ficaram os estudantes universitários, os sindicalistas ligados ao PCB, os militantes da A.P e do PCB e alguns políticos ligados
ao PTB. Posteriormente, quando os governos militares começam a elaborar a lista de cassados, é que o PSD, coloca-se contra
os “desvirtuamentos da revolução”, quando deputados, governador, vice-governador, prefeito de Belém, vice-prefeito, prefeitos do interior, todos políticos do PSD, é que o partido emite algum protesto sobre os governos militares.
FONTES, Edilza. “O golpe civil-militar de 1964 no Pará: Imprensa e memórias”. OPSIS, Catalão-GO, v. 14, n. 1, p. 340-360 - jan./jun. 2014.
Com base no texto, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa que melhor sintetiza a dinâmica de apoio e oposição ao golpe civil-militar de 1964 no Pará.
FONTES, Edilza. “O golpe civil-militar de 1964 no Pará: Imprensa e memórias”. OPSIS, Catalão-GO, v. 14, n. 1, p. 340-360 - jan./jun. 2014.
Com base no texto, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa que melhor sintetiza a dinâmica de apoio e oposição ao golpe civil-militar de 1964 no Pará.