O processo de eletrização por atrito é mais comum do que se pode imaginar. Vestir uma blusa de lã ou sintética, andar sobre o carpete ou mesmo pentear os cabelos com uma escova são processos que levam ao aparecimento de cargas elétricas nos corpos carregados. Geralmente, grande parte delas se dissipa nas partículas de água em suspensão na atmosfera, mas no inverno, quando observamos a baixa umidade do ar, as cargas se acumulam nos corpos e se dissipam rapidamente quando entramos em contato com outros corpos. Um exemplo comum desse fenômeno são os choques que tomamos quando saímos de um carro que estava em movimento. A intensidade do choque varia de acordo com as características físicas e com os fatores externos. Segundo a Associação Brasileira de Medicina e Acidentes no Tráfego (Abramet), pessoas que transpiram muito ficam mais expostas às descargas, pois há mais sais minerais (condutores de eletricidade) na pele. Para diminuir a intensidade do choque, antes de sair do carro podemos segurar alguma parte da lataria e só tirar a mão dali quando o pé estiver no chão.
Em relação ao processo de eletrização por atrito, podemos afirmar que: