Ao interpretar, ao piano, uma obra composta para cravo ou órgão, o pianista pode optar por desconhecer a gênese instrumental daquela obra ou por levá-la em consideração, visando orientar suas escolhas de articulação, fraseado, agógica, dinâmica, etc. Caso ele opte por considerá-la em sua performance enquanto uma tradução instrumental, ele estará se aproximando da: