TEXTO II
James Cameron, o cineasta que realizou o filme de maior faturamento da história e grande inventor de novas tecnologias, que aplica principalmente no cinema, esteve no Brasil recentemente e concedeu a seguinte entrevista ao repórter Diogo Schelp, da revista Veja:
O VISIONÁRIO DE AVATAR
Repórter: Como o senhor influencia nas invenções?
Cameron: Funciona assim: eu estudo um problema e aprendo o suficiente para imaginar uma solução. Não tenho conhecimento técnico para saber que material deve ser usado ou para desenhar o circuito elétrico, mas eu consigo imaginar o que é preciso fazer.
Geralmente há uma lacuna entre o que eu quero e a tecnologia existente. Então eu reúno os engenheiros e proponho uma saída. Às vezes minhas ideias estão corretas, outras vezes minha equipe encontra uma solução ainda melhor. Minha função é desafiá-los a ir além do que já foi feito antes. Isso vale tanto para a invenção de um veículo submersível para chegar às profundezas do oceano quanto para desenvolver um sistema de câmera 3D para um filme. Ou, no caso de Avatar, para o sistema de captura do desempenho dos atores, que eu imaginei claramente quinze anos atrás. Ao criar o desafio, outras pessoas foram capazes de resolvê-lo. Eu sou um generalista.
Fonte: SCHELP, Diogo.
Entrevista de James Cameron à revista Veja, ed. 2160, ano 43, n.° 15, 14.03.10, p. 19-23.
Quanto à concordância nominal, observe o exemplo adaptado do texto:
“Não tenho conhecimento técnico para desenhar o circuito elétrico e construir algum veículo submersível”.
Se, no exemplo, passarmos todos os substantivos que se encontram seguidos de adjetivos para o plural, a frase do exemplo passará a sofrer alteração em:
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