“O pecado não é senão o consentimento vicioso da vontade
livre ao nos inclinarmos àquelas coisas que a justiça proíbe, e das
quais o homem é livre de se abster; ou seja, o mal não está
nessas coisas, mas no seu uso não legítimo. O uso das coisas é
legítimo, contanto que a alma permaneça na lei de Deus e esteja
sujeita ao Deus único com um amor perfeito, e se sirva das
demais coisas, que lhe estão sujeitas, sem cupidez e sem luxúria,
ou seja, de acordo com o preceito de Deus.”
AGOSTINHO. Comentário ao Gênesis. Trad. Agustinho Belmonte. São Paulo: Paulus, 2005., p. 349.
Considerando o texto de Agostinho, é correto afirmar que
AGOSTINHO. Comentário ao Gênesis. Trad. Agustinho Belmonte. São Paulo: Paulus, 2005., p. 349.
Considerando o texto de Agostinho, é correto afirmar que
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