As danças de matriz africana no Brasil, como o jongo, o
maracatu ou as danças dos orixás, são abordadas pela
antropologia do movimento como manifestações culturais e religiosas fundamentais. Nelas, o corpo funciona
como um espaço de mediação, um local dinâmico onde
se encontram o ancestral e o presente, o sagrado e o
social. Compreender essa complexidade implica reconhecer que essas práticas são, fundamentalmente,