Eu sei, mas não devia



COLASANTI, M. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro:
Rocco Editora, 1996. p. 9. Adaptado.
“Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.” (parágrafo 1)
Na opinião da autora, as várias situações apresentadas ao longo do texto têm como consequência o fato de o ser humano
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