No processo de reestruturação produtiva e com o Estado Mínimo, a questão social toma novos contornos, e o Estado lança mão da filantropização, do compartilhamento com a sociedade civil através das parcerias mantidas com as organizações não-governamentais, que recebem pequenos e/ou grandes financiamentos para a realização de projetos pontuais, muitas vezes desvinculados da avaliação e do monitoramento da gestão pública.