Em 2000, a United Airlines entrou em crise financeira causada por uma operação padrão de seus pilotos como resposta ao grande desagrado deles por não concordar com uma mudança organizacional proposta pela alta direção da empresa. Essas mudanças ocorreriam se fosse concretizada a compra da US Airwais pela United. Sindicatos dos pilotos, dos mecânicos e dos atendentes de vôo estavam em litígio com a empresa e entre eles próprios. Como decorrência da tragédia ocorrida em onze de setembro de 2001, a empresa sofreu o maior prejuízo da história da aviação, piorando a sua crise financeira. Quatro executivos-chefe passaram pelo comando da empresa, que no final de 2002, solicitou um empréstimo de quase dois bilhões de dólares para cobrir seus débitos. A empresa somente receberia o valor se fizesse drásticas reduções de custos, principalmente salariais. As negociações com os sindicatos não lograram êxito e a empresa decretou falência. Em decorrência, o sindicato de pilotos concordou com uma redução salarial de 29% e dos atendentes 9%, mas diante da recusa do sindicato dos mecânicos em negociar, a Corte Federal de Falências o obrigou a acatar redução de 14%. A situação piorou com a proposta de extinção dos Planos de Aposentadoria e Pensões feita pela United aos sindicatos. Em 2005, a empresa continuava peticionando à Corte Federal a reestruturação de falência. Com base no modelo de maneiras pelas quais o conflito pode ter fim, apresentado por Hitt, Miller e Collela, as satisfações dos desejos das partes envolvidas no conflito foram do tipo: