“O ‘efeito de realidade’, sem maiores sofisticações semióticas, pode ser definido como a aptidão ou capacidade que a imagem tem para não aparecer como tal. Uma das funções do ilusionismo das imagens é dissolver as diferenças, ocultar a prática e encobrir a realidade através de um sentimento de identidade social: valores, símbolos, gestos e estigmas culturais são apresentados como naturais, universais e usuais.”
(Elias Thomé Saliba, Experiências e representações sociais: reflexões sobre o uso e o consumo das imagens. Em: Circe Bittencourt (org.), O saber histórico na sala de aula. Adaptado)
No cotidiano da sala de aula, uma das formas de desmistificar esse imaginário é