Uma paciente de 29 anos de idade, G0P0, DUM há 10 dias, com ciclos menstruais regulares, compareceu à consulta ginecológica com queixa de “candidíase que não melhora”. Refere apresentar ardência e prurido vulvares, disúria e dispareunia, que se intensificam no período pré-menstrual. Relata que, às vezes, apresenta corrimento branco, porém ele não está sempre presente. Informa que já realizou diversos tratamentos para candidíase ao longo do último ano, com medicamentos orais e tópicos, incluindo tratamento com fluconazol semanal por seis meses para candidíase de repetição, sem melhora do quadro. Ao exame, os sinais vitais mostram-se sem alterações, com FC = 72 bpm, PA = 100 mmHg x 64 mmHg, FR = 18 irpm e SatO2 = 99% em ar ambiente. Ao exame especular, foi observado colo uterino posterior, fechado, normoepitelizado, com secreção branca homogênea e ausência de lesões macroscopicamente visíveis.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O tratamento do principal diagnóstico diferencial do caso em questão inclui o uso de duchas vaginais de bicarbonato de sódio, com o intuito de alcalinizar o meio vaginal.