Além de defender a “desnaturalização do olhar” por meio
da apreciação, Rosa Iavelberg (2017) dedica grande parte
de sua obra à análise do fazer artístico. Para a autora, o
ato de desenhar ou pintar não é uma simples atividade
manual ou de “autoexpressão”. Ela o define como uma
“modalidade do pensamento”. Isso significa que, ao se
engajar no fazer artístico, o aluno está, principalmente,