[...] Para Aristóteles, a causa final do homem, seu objetivo supremo, é a felicidade. Ela não é um forte prazer que se esvai logo em seguida; ao contrário, deve ser algo perene e tranquilo, sem excessos, pois o excesso faz com que uma boa ação torne-se seu oposto. [...]
História da Filosofia. São Paulo: Nova Cultural, 2004. p. 63 e 268.
No período: "Ela não é um forte prazer que se esvai logo em seguida", o vocábulo "que" exerce a função sintática de
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