Nas últimas décadas do século XX, vimos como a multiplicação acelerada de produtos de alta tecnologia expandiu mercados, estendeu o consumo de bens e reforçou a concentração do capital em gigantescos conglomerados, em especial as corporações que têm na difusão coletiva sua própria razão de ser. Os meios de comunicação vêm disputando com as instituições tradicionais a hegemonia da construção de sentidos socialmente valorizados. No dizer de Polistchuc e Trinta, os efeitos de sentido, de fontes emissoras” e a “visão fragmentada” caracterizam as estratégias discursivas da contemporaneidade. As tecnologias da comunicação - sejam elas de produção, de difusão ou de consumo chegam a um ponto-de-não-retorno na trajetória dos processos comunicacionais. Essa nova fase é chamada de: