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Nas últimas décadas do século XX, vimos como a multiplicação acelerada de produtos de alta tecnologia expandiu mercados, estendeu o consumo de bens e reforçou a concentração do capital em gigantescos conglomerados, em especial as corporações que têm na difusão coletiva sua própria razão de ser. Os meios de comunicação vêm disputando com as instituições tradicionais a hegemonia da construção de sentidos socialmente valorizados. No dizer de Polistchuc e Trinta, os efeitos de sentido, de fontes emissoras” e a “visão fragmentada” caracterizam as estratégias discursivas da contemporaneidade. As tecnologias da comunicação - sejam elas de produção, de difusão ou de consumo chegam a um ponto-de-não-retorno na trajetória dos processos comunicacionais. Essa nova fase é chamada de:
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Se, na feitura de um jornal, o editor pede que, em uma determinada página de texto, a foto venha “sangrada”, isso significa que ele deseja que:
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Há palavras em nossa língua que geram dificuldades em relação à pronúncia, à grafia e ao significado porque apresentam coincidências incríveis. No estudo da língua, elas têm uma classificação própria. As palavras parecidas na grafia e na pronúncia, mas diferentes no significado são chamadas de:
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Em Guia para a edição jornalística, lemos que o desenvolvimento tecnológico e os interesses transnacionais provocaram um crescimento sem precedentes na oferta de meios audiovisuais, iniciado em 1980, mas com imenso crescimento já na virada para a década de 1990. Os custos e as escalas de produção veiculação e comercialização alcançam dimensões planetárias, e a monopolização da mídia vira um fenômeno mundial. Segundo o Instituto de Estudos e Pesquisas em Comunicação, seis redes privadas nacionais respondiam, em 2002, por um número considerável de veículos no Brasil, isto é:
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De acordo com o livro Guia para a edição jornalística, o ambiente interno da redação influi muito no rendimento da equipe. Segundo o autor, estudos revelam que o clima organizacional tem um impacto de até 30% no resultado das empresas de mídia; a adequação situacional dos estilos de liderança afeta em até 70% o resultado do clima, e as competências emocionais contribuem para o sucesso dos líderes em até:
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Paternostro nos fala da necessidade de, em texto para um telejornal, evitar o excesso de palavras terminadas em ão, as rimas, os cacófatos, a redundância, a ambigüidade. Ressalta ainda a importância da sonoridade e o ritmo do texto, que não deve ser contundente ou agressivo, mas que tampouco pode ser monótono ou lento. Duas sugestões para se obter um bom ritmo no texto, segundo essa autora, são:
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Ao discorrer sobre o projeto editorial, Pereira Júnior lembra que, ainda que premido pelo tempo e pelo espaço, o veículo de informação procura impor sua identidade. O primeiro dos critérios nesse sentido é a definição de sua linha editorial, o que significa, no dizer de Sidnei Basile, citado por Pereira, “comunicar o ponto de vista” do produto na emissão da informação. No entanto, a integração ao projeto do veículo impõe uma consciência profissional para defender a notícia, independentemente da linha editorial e do próprio emprego. Portanto, um projeto editorial deve levar em consideração formato, periodicidade, cobertura geográfica, distribuição ou circulação; pesquisas de mercado sobre índice de leitura/audiência; faixa etária, poder aquisitivo, sexo, grau de instrução e pesquisas com amostra por filtro de interesses; pontos fortes e pontos fracos de outros veículos e disponibilidade financeira, ou seja:
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Barbeiro afirma que, no Brasil, há exemplos notáveis de dirigentes de empresa que sabem usar a comunicação e, com isso, contribuem decisivamente para melhorar o resultado de suas firmas. No entanto, há aqueles que também evitam “pôr a cara na mídia”, por motivos diversos, como medo do ridículo, timidez, excesso de perfeccionismo e autocrítica, baixa auto-estima ou mágoas de experiências anteriores. O exercício mais eficaz para romper essa barreira é, segundo o autor citado, não se esquecer de que:
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Lucien Sfez defende a tese de que a comunicação se tornou um “discurso autônomo”, uma espécie de “nova religião” adotada pelas sociedades fragmentadas da pós- Modernidade. De acordo com Polistchuc e Trinta, Sfez localiza a origem desse discurso em três concepções distintas das relações entre a técnica e o social, a cada uma delas correspondendo uma metáfora. A primeira é “instrumental”; a segunda é “organicista”; por fim, a terceira, do nosso tempo, é a que conduz a uma:
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Segundo Pereira Júnior, a concentração e o monopólio dos outlets de mídia das comunidades na mão de grandes corporações promovem uma diminuição gradativa das escolhas possíveis e perda de espaço de empresas menores, representando o risco de restringir a capacidade crítica a empresas do mesmo grupo, aumentar a rede de dependência política e publicitária e levar:
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