Paciente do sexo feminino, 65 anos, portadora de hipertensão arterial sistêmica, dislipidemia e diabetes melitus, teve quadro de infarto agudo do miocárdio há cerca de 3 anos, sendo submetida à angioplastia coronariana em artéria descendente anterior. Demais artérias coronárias não tinham alterações. Na ocasião apresentava ecocardiograma sem alterações.
Está sem sintomas desde então e sem limitações. Encontra-se em uso de captopril 25mg, de 8 em 8 horas, hidroclorotiazida 25 mg ao dia, sinvastatina 20mg à noite, AAS 100mg ao dia e insulina NPH 20 UI pela manhã e 10 UI à noite. No momento está com a pressão arterial controlada, bem como LDL de 52mg/dL.
Demais exames sem alterações, incluindo a creatinina e coagulograma. Há cerca de 30 dias foi diagnosticada com adenocarcinoma de estômago, com indicação de ressecção. Possui o encaminhamento do cirurgião solicitando a avaliação de risco perioperatório.
Diante do quadro, a conduta correta é