Três fatores devem ser avaliados para guiar o momento e o tipo de estabilização de uma fratura exposta de fêmur: a magnitude das múltiplas lesões do organismo do paciente; o grau de lesão e contaminação dos tecidos moles; e, as condições técnicas disponíveis de dispositivos de estabilização. De acordo com as recomendações das Diretrizes da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, a melhor forma de tratamento definitivo para pacientes com fraturas expostas diafisárias de fêmur do tipo Gustilo e Anderson II é: