Mulher de 51 anos de idade, com histórico de asma há 3 anos, é avaliada no consultório após uma recente hospitalização por exacerbação da doença. Nega outras comorbidades e tabagismo. Ela trabalha em escritório sem ar condicionado, em função administrativa e já fez todas as medidas não farmacológicas recomendadas para asma em sua residência. Refere 3 outras hospitalizações no ano passado por exacerbações de asma, apesar do uso crônico de glicocorticoide oral. No momento, em uso correto de beclometasona/ salmeterol, montelucaste, tiotrópio, salbutamol e prednisona. Ao exame físico: sinais vitais normais; SatO2: 95%; tórax: sibilos expiratórios; restante do exame: normal. Exames séricos: leucograma: 9.890/ mm3 e diferencial com 650/mm3 eosinófilos; nível de IgE: 12 U/mL (normal: 0-90). O volume expiratório forçado de 1o segundo é de 56% do previsto. Radiografia de tórax: normal.
Nesse momento, a conduta correta é: