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Mulher de 51 anos de idade, com histórico de asma há 3 anos, é avaliada no consultório após uma recente hospitalização por exacerbação da doença. Nega outras comorbidades e tabagismo. Ela trabalha em escritório sem ar condicionado, em função administrativa e já fez todas as medidas não farmacológicas recomendadas para asma em sua residência. Refere 3 outras hospitalizações no ano passado por exacerbações de asma, apesar do uso crônico de glicocorticoide oral. No momento, em uso correto de beclometasona/ salmeterol, montelucaste, tiotrópio, salbutamol e prednisona. Ao exame físico: sinais vitais normais; SatO2: 95%; tórax: sibilos expiratórios; restante do exame: normal. Exames séricos: leucograma: 9.890/ mm3 e diferencial com 650/mm3 eosinófilos; nível de IgE: 12 U/mL (normal: 0-90). O volume expiratório forçado de 1o segundo é de 56% do previsto. Radiografia de tórax: normal.
Nesse momento, a conduta correta é:
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Homem de 57 anos de idade refere de dispneia aos esforços, lentamente progressiva, associado a sibilância intermitente e tosse que, ocasionalmente, é produtiva, e de expectoração clara, iniciados há cerca de 2 anos. Não há dor torácica, palpitações ou edema de membros inferiores. Ele tem uma história de tabagismo (40 maços- -ano), mas parou há 3 anos e doença arterial coronariana crônica. Atualmente, faz uso de atenolol, losartana, atorvastatina e aspirina em baixas doses. Ao exame físico: sinais vitais: normais; SatO2: 94% no ar ambiente; tórax: respiração com fase expiratória prolongada; restante do exame físico: NDN. Radiografia de tórax: pulmões limpos. Eletrocardiograma: normal. Exames laboratoriais: NDN. Nesse momento, o próximo exame recomendado é
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Mulher de 55 anos de idade apresenta quadro progressivo de mal-estar, adinamia e prurido intenso há 6 meses. Ela nega diarreia, artrite, alcoolismo, tabagismo, uso de medicamentos e não há antecedentes mórbidos relevantes. Ao exame físico: sinais vitais normais; cardiopulmonar: NDN; fígado palpável a 5 cm do rebordo costal; baço não palpável; extremidades: sem edema. Exames séricos: hemograma, glicemia e função renal: normais; aspartato aminotransferase (TGO): 78 U/L; alanina aminotransferase (TGP): 118 U/L; elevação marcante de fosfatase alcalina, gamaglutamiltransferase e colesterol total. Considerando a principal hipótese diagnóstica, constitui o exame inicial de grande utilidade para o diagnóstico:
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Homem de 77 anos de idade apresenta quadro de dificuldade crescente para deambular há cerca de 5-6 anos. Há 2 anos, evolui com progressivo prejuízo de memória e déficit cognitivo global, inclusive, causando dificuldades na vida diária. Nega cefaleia, tontura, incontinência fecal ou urinária. Ao exame físico: sinais vitais normais; consciente, orientado, corado, anictérico e afebril; o paciente anda com passos curtos, tronco inclinado para frente, mas não apresenta desequilíbrio ou diminuição da força; há uma certa rigidez inicial à movimentação passiva dos membros; o escore da escala Mini Exame do Estado Mental (MMSE) é de 21 pontos (escala de 0-30 pontos).
Considerando o caso clínico apresentado, o diagnóstico mais provável da síndrome demencial é
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Homem de 47 anos de idade é avaliado em consulta de rotina. Ele tem hipertensão e faz uso de enalapril (20 mg, de 12/12 horas). Não há tabagismo, etilismo, diabete melito, nefropatia, doença cerebrovascular ou insuficiência cardíaca. Ao exame físico: média de 3 aferições da PA: 148 x 97 mmHg; FC: 70 bpm; demais sinais vitais são normais; restante do exame: NDN. Exames séricos e eletrocardiograma: normais. Nesse momento, a conduta de escolha é:
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Mulher de 26 anos de idade apresenta quadro de diarreia há 3 meses, caracterizada por 2 a 3 episódios/dia, com fezes escuras, além de cólicas na parte inferior do abdome. Ela nega febre, vômitos ou perda de peso. Não há comorbidades. Ao exame físico: sinais vitais normais; sensibilidade à palpação no abdome inferior; exame retal evidencia sangue vermelho vivo. Nesse momento, o exame com maior probabilidade de confirmar a hipótese diagnóstica mais provável é
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Mulher de 41 anos de idade é avaliada em consulta de rotina com o relata de medo de estar com osteoporose. Nega qualquer fratura prévia e a história familiar é significativa para osteoporose em sua mãe, diagnosticada aos 68 anos de idade. Não há comorbidades e refere uso apenas de contraceptivo oral (estradiol + levonorgestrel). Ao exame físico: NDN. IMC: 19 kg/m2. O manuseio inicial correto é
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Homem de 63 anos de idade é avaliado com quadro de anorexia, queda do estado geral, febre, tosse com expectoração amarelada e dispneia há 2 semanas. Tomou azitromicina oral por 5 dias, sem melhora. Ao exame físico: PA: 105 x 66 mmHg, FC: 112 bpm, FR: 28 ipm, T: 38,5 oC e SatO2: 86%; cardiovascular e abdome: NDN; extremidades sem edema. Radiografia de tórax: derrame pleural moderado à esquerda. Uma toracocentese é realizada e o mostra diplococos Gram positivos.
Com os dados descritos, a agente etiológico mais provável é
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Com relação às cardiomiopatias, é correto afirmar:
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Homem de 33 anos de idade é avaliado devido a hipertensão arterial de difícil controle. No momento da consulta: PA: 178 x 108 mmHg e FC: 82 bpm. Exames séricos: hemograma, glicemia e função renal: normais; sódio: 146 mEq/L; potássio: 3,1 mEq/L; aldosterona: 33 ng/mL (normal: 1,0 a 16); atividade de renina plasmática: 0,25 ng/mL/h (normal: 1,0 a 2,5). Com os dados descritos, e considerado a principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar:
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