Uma mulher de 25 anos de idade foi encaminhada ao consultório psiquiátrico por um cirurgião plástico. A paciente relata que queria realizar uma plástica no nariz e em seu queixo pois acreditava que ambos eram desproporcionais ao seu rosto. O cirurgião recusou-se a realizar a cirurgia alegando que não havia qualquer defeito ou assimetria que justificasse o procedimento. Outros dois cirurgiões também já haviam se recusado. A paciente informa que tem evitado participar de eventos sociais por causa das supostas deformidades em seu rosto, mesmo que seus familiares e amigos digam que não há qualquer anomalia. O diagnóstico e a conduta adequada são, respectivamente,