A novidade da década de 1950 foi que os jovens das classes alta e média, pelo menos no mundo anglo-saxônico, que cada vez mais dava a tônica global, começaram a aceitar a música, as roupas e até a linguagem das classes baixas urbanas, ou o que tomavam por tais, como seu modelo.
(Eric Hobsbawm, Era dos extremos.)
Para Hobsbawm, um exemplo do fenômeno apresentado refere-se