A ideia de uma União Europeia, de uma forma ou de outra, não era nova. O século XIX havia experimentado na Europa Central uma variedade de uniões alfandegárias, com diferentes graus de sucesso, e, mesmo antes da Primeira Guerra Mundial, ocasionalmente, falava-se com idealismo a respeito da noção de que o futuro da Europa estava na convergência das diversas partes. A própria Primeira Guerra Mundial, longe de dissipar essas visões otimistas, parece ter-lhes conferido mais vigor: conforme Aristide Briand insistia, chegara o momento de superar rivalidades passadas e pensar e falar como europeu, sentir-se europeu.
Tony Judt. Pós-guerra: uma história da Europa desde 1945. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008, p. 166 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a temática por ele abordada, julgue (C ou E) o item que se segue.
Ao lançar o Comecon (Conselho de Ajuda Mútua), o governo de Moscou pretendia estabelecer um mercado comum que integrasse as economias da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) e dos países do Leste Europeu, estando essa decisão inserida no contexto de confronto ideológico, que se seguiu ao fim da Segunda Guerra Mundial, e de reconstrução econômica da Europa Ocidental, capitaneada pelo Plano Marshall.
Ao lançar o Comecon (Conselho de Ajuda Mútua), o governo de Moscou pretendia estabelecer um mercado comum que integrasse as economias da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) e dos países do Leste Europeu, estando essa decisão inserida no contexto de confronto ideológico, que se seguiu ao fim da Segunda Guerra Mundial, e de reconstrução econômica da Europa Ocidental, capitaneada pelo Plano Marshall.