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Foram encontradas 164 questões.

2448168 Ano: 2012
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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Em 1945, o sistema econômico-financeiro mundial apresentava-se profundamente desorganizado. Elementos de continuidade misturavam-se às evidentes rupturas provocadas pela guerra, tanto com referência aos diferentes agentes públicos e privados, Estados e empresas, quanto à hierarquia e à natureza das relações que eles mantinham entre si. Sob a influência predominante dos EUA, e também em grande parte sob a égide da Organização das Nações Unidas (ONU), erguia-se uma nova ordem mundial, que, baseada em um liberalismo renovado, perpassava tanto a disciplina monetária quanto as regras do comércio internacional. Em um mundo politicamente dividido e economicamente heterogêneo, a reconstrução liberal não conseguiu derrubar todas as barreiras que teimavam em dividir a economia mundial.
Serge Berstein e Pierre Milza. História do Século XX. V. 2: 1945-1973 – o mundo entre a guerra e a paz. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2007,
p. 14 (com adaptações).
Tendo o texto como referência inicial e considerando o quadro da economia mundial nas duas décadas que se seguiram à Segunda Guerra Mundial, assinale a opção correta.
 

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2448167 Ano: 2012
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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A ideia de uma União Europeia, de uma forma ou de outra, não era nova. O século XIX havia experimentado na Europa Central uma variedade de uniões alfandegárias, com diferentes graus de sucesso, e, mesmo antes da Primeira Guerra Mundial, ocasionalmente, falava-se com idealismo a respeito da noção de que o futuro da Europa estava na convergência das diversas partes. A própria Primeira Guerra Mundial, longe de dissipar essas visões otimistas, parece ter-lhes conferido mais vigor: conforme Aristide Briand insistia, chegara o momento de superar rivalidades passadas e pensar e falar como europeu, sentir-se europeu.
Tony Judt. Pós-guerra: uma história da Europa desde 1945. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008, p. 166 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a temática por ele abordada, julgue (C ou E) o item que se segue.

A assinatura de tratados como o de Roma e o de Maastricht resultou de um longo processo de integração europeia, iniciado no pós-Segunda Guerra, tendo o fim da Guerra Fria possibilitado, dada a remoção dos obstáculos geopolíticos que impunham limites à expansão do espaço comunitário, um novo ciclo de ampliação do número de países integrantes da União Europeia.
 

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2448166 Ano: 2012
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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A ideia de uma União Europeia, de uma forma ou de outra, não era nova. O século XIX havia experimentado na Europa Central uma variedade de uniões alfandegárias, com diferentes graus de sucesso, e, mesmo antes da Primeira Guerra Mundial, ocasionalmente, falava-se com idealismo a respeito da noção de que o futuro da Europa estava na convergência das diversas partes. A própria Primeira Guerra Mundial, longe de dissipar essas visões otimistas, parece ter-lhes conferido mais vigor: conforme Aristide Briand insistia, chegara o momento de superar rivalidades passadas e pensar e falar como europeu, sentir-se europeu.
Tony Judt. Pós-guerra: uma história da Europa desde 1945. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008, p. 166 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a temática por ele abordada, julgue (C ou E) o item que se segue.

Com o indispensável apoio do governo francês, representado por Raymond Poincaré e Aristide Briand, o britânico Lloyd George propôs, alguns anos depois de terminada a Primeira Guerra, um plano para a estabilização política e a reconstrução da Europa, no qual não se admitia a moratória do pagamento das reparações ditadas pelo Tratado de Versalhes.
 

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2448165 Ano: 2012
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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A ideia de uma União Europeia, de uma forma ou de outra, não era nova. O século XIX havia experimentado na Europa Central uma variedade de uniões alfandegárias, com diferentes graus de sucesso, e, mesmo antes da Primeira Guerra Mundial, ocasionalmente, falava-se com idealismo a respeito da noção de que o futuro da Europa estava na convergência das diversas partes. A própria Primeira Guerra Mundial, longe de dissipar essas visões otimistas, parece ter-lhes conferido mais vigor: conforme Aristide Briand insistia, chegara o momento de superar rivalidades passadas e pensar e falar como europeu, sentir-se europeu.
Tony Judt. Pós-guerra: uma história da Europa desde 1945. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008, p. 166 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a temática por ele abordada, julgue (C ou E) o item que se segue.

Ao lançar o Comecon (Conselho de Ajuda Mútua), o governo de Moscou pretendia estabelecer um mercado comum que integrasse as economias da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) e dos países do Leste Europeu, estando essa decisão inserida no contexto de confronto ideológico, que se seguiu ao fim da Segunda Guerra Mundial, e de reconstrução econômica da Europa Ocidental, capitaneada pelo Plano Marshall.
 

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2448164 Ano: 2012
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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A Belle Époque terminou subitamente em 28 de junho de 1914, dia do assassinato de Francisco Ferdinando, herdeiro do trono da Áustria-Hungria, pelo jovem sérvio Gavrilo Princip. Aquele ato de terror perpetrado em Sarajevo, nos turbulentos Bálcãs, empurrou as potências para a guerra geral que ninguém desejava.
Demétrio Magnoli e Elaine Senise Barbosa. Liberdade versus igualdade. In: O mundo em desordem (1914-1945), v. I.
Rio de Janeiro: Record, 2011, p. 21-2 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o contexto histórico que antecedeu a Primeira Grande Guerra, julgue (C ou E) o item seguinte.

A Belle Époque, destruída pela guerra, é definida como o espírito que prevaleceu na Europa antes de 1914, compartilhado por todos os estratos sociais e assentado nos sonhos otimistas e grandiosos provocados pela prosperidade e pelos avanços tecnológicos da Segunda Revolução Industrial.
 

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2448163 Ano: 2012
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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O Romantismo representa uma crítica à modernidade, isto é, à civilização capitalista moderna, em nome de valores e ideais do passado (pré-capitalista, pré-moderno). Podemos dizer que, desde sua origem, o Romantismo é iluminado pela dupla luz da estrela da revolta e do “sol negro da melancolia” (Nerval). O elemento central dessa estrutura — da qual dependem todos os outros — é uma contradição, ou oposição, entre dois sistemas de valor: os do Romantismo e os da realidade social dita moderna.
M. Löwy e R. Sayre. Revolta e melancolia — o romantismo na contramão da modernidade. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995, p. 34-5 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência e considerando as questões por ele suscitadas, assinale a opção correta.
 

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2448162 Ano: 2012
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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A história mundial contemporânea, iniciada no último terço do século XVIII, apresenta-se como uma sucessão de sistemas mundiais intercalados por fases de transição e configuração de novas lideranças. Assim, de 1776 (ano da independência dos EUA e da publicação de A Riqueza das Nações, de Adam Smith) a 1890, a Pax Britânica, embasada na Revolução Industrial e regulada pelo liberalismo, deu início ao mundo dominado pelas potências anglo-saxônicas.
Paulo G. Fagundes Visentini e Analúcia Danilevicz Pereira. História do mundo contemporâneo. Petrópolis: Vozes, 2008, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos da história econômica mundial, julgue (C ou E) o item seguinte.

Maior potência industrial do século XIX, a Inglaterra, que optou pela mediação política de autoridades locais em suas colônias, não se beneficiou da corrida imperialista na mesma proporção alcançada por seus concorrentes diretos, como a Alemanha.
 

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2448161 Ano: 2012
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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D. Picucha Terra Fagundes, conte alguma coisa da sua vida.

(...)

Onde está seu marido?

Enterrado em chão castelhano. Morreu na Cisplatina.

(...)

Dei tudo o que tinha pros Farrapos. Meus sete filhos. Meus sete cavalos. Minhas sete vacas. Fiquei sozinha nesta casa com um gato e um pintassilgo. E Deus, naturalmente.

(...)

E o tempo continuava a andar num tranco lento de boi lerdo. Entrava inverno, saía inverno. E a guerra nada de acabar.

(...)

Ah! Ia me esquecendo de lhe dizer que tenho sete netos, todos homens.

Quando vejo eles, que já estão grandotes, sinto um calafrio pensando noutra guerra.
Erico Verissimo. O tempo e o vento: o continente. 31.ª ed., Porto Alegre: Editora Globo, 1995, p. 310-15.
O fragmento de texto acima remete a uma das mais duradouras guerras civis travadas no Brasil, a Farroupilha, ocorrida no Rio Grande do Sul, ao longo de uma década (1835-1845). Relativamente ao período conhecido como regencial, que se estende da abdicação de Pedro I (1831) ao Golpe da Maioridade (1840), assinale a opção correta.
 

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2448160 Ano: 2012
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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De meados da década de 60 até o final da de 70 do século passado, o Brasil ascendeu rapidamente na escala global de distribuição de poder econômico relativo, e, com isso, suas ambições e seu padrão de relacionamento com a economia mundial mudaram. Essas transformações, que ocorreram de forma mais complexa durante a presidência de Ernesto Geisel (1974-1979), inserem-se em um contexto de declínio relativo dos EUA e de distensão da Guerra Fria, os quais proporcionaram as condições para a adoção de uma política econômica externa cuja tônica era a diversificação de parcerias sob o signo da promoção do desenvolvimento econômico.
Raphael Coutinho da Cunha e Rogério de Souza Farias. As relações econômicas internacionais do governo Geisel (1974-1979). In: Revista Brasileira de Política Internacional, Brasília: IBRI, jul.-dez./2011, p. 46 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o contexto histórico a que ele se reporta, julgue (C ou E) o item seguinte.

A diplomacia econômica praticada pelo governo Geisel com a finalidade de promover o desenvolvimento pretendia reduzir as vulnerabilidades do país aos contingenciamentos da economia internacional, orientando-se pela busca de diversificação de parcerias, o que explica a aproximação do Brasil com a América Latina, a África e a Europa Oriental, entre outros parceiros.
 

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2448159 Ano: 2012
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IRB
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De meados da década de 60 até o final da de 70 do século passado, o Brasil ascendeu rapidamente na escala global de distribuição de poder econômico relativo, e, com isso, suas ambições e seu padrão de relacionamento com a economia mundial mudaram. Essas transformações, que ocorreram de forma mais complexa durante a presidência de Ernesto Geisel (1974-1979), inserem-se em um contexto de declínio relativo dos EUA e de distensã o da Guerra Fria, os quais proporcionaram as condições para a adoção de uma política econômica externa cuja tônica era a diversificação de parcerias sob o signo da promoção do desenvolvimento econômico.
Raphael Coutinho da Cunha e Rogério de Souza Farias. As relações econômicas internacionais do governo Geisel (1974-1979). In: Revista Brasileira de Política Internacional, Brasília: IBRI, jul.-dez./2011, p. 46 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o contexto histórico a que ele se reporta, julgue ( C ou E) o item seguinte.

Os avanços e recuos verificados na estratégia de abertura política formulada por Geisel e Golbery refletiam, respectivamente, o sentimento oposicionista, que começava a ganhar força na sociedade brasileira, e a linha-dura, com fortes pressões de áreas integrantes do sistema de poder contrárias a qualquer forma de distensão do regime.
 

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