Os impactos da Revolução Francesa ressoaram na percepção da História e do tempo e, por isso, para Reinhart Koselleck (2006), o marco inicial do regime moderno de historicidade seria o ano de 1789. Quem também analisa este tema é François Hartog (2013), que teoriza acerca dos diferentes regimes de historicidade. Em oposição ao regime atual, o autor destaca que a experiência temporal do regime moderno de historicidade foi marcada pelo: