“Os professores alfabetizadores sempre tiveram uma forte inclinação para seguir métodos prontos, por exemplo, trazidos por cartilhas e obras semelhantes. O apoio didático desse tipo de material tem sido muito questionado, não pelo fato de serem livros de apoio didático, mas porque suas metodologias − o famoso bá-bé-bi-bó-bu − trazem mais problemas do que soluções para o processo de alfabetização. Esses problemas são de tal magnitude que, muitas vezes, questões importantes e fundamentais, tratadas nas cartilhas, são descartadas sumariamente, pelo simples fato de pertencerem à tradição de ensino cartilhesco. É preciso separar o que as cartilhas tinham de bom, do que elas traziam de indesejável.” (CAGLIARI, L. C. Alfabetização e ortografia. Educar. UFPR. Curitiba. Nº20. 2002. p.03)
O trecho do artigo do professor Luiz Carlos Cagliari cita os pontos positivos da alfabetização por cartilhas, faz parte dos pontos positivos as alternativas a seguir, exceto: