I.
Um professor de Sociologia sueco indicou Edward Snowden, o ex-analista da CIA responsável pelo vazamento de informações sobre programas de espionagem dos EUA, para o Prêmio Nobel da Paz, em carta endereçada ao comitê organizador e publicada no jornal Västerbottens-Kuriren, da Suécia.
Um professor de Sociologia sueco indicou Edward Snowden, o ex-analista da CIA responsável pelo vazamento de informações sobre programas de espionagem dos EUA, para o Prêmio Nobel da Paz, em carta endereçada ao comitê organizador e publicada no jornal Västerbottens-Kuriren, da Suécia.
Na carta, Stefan Svallfors escreveu que “Edward Snowden — num esforço heroico com altos custos pessoais — revelou a existência e a dimensão da vigilância que o governo dos EUA dedica às comunicações eletrônicas em todo o mundo, em violação das leis nacionais e dos acordos internacionais”. Para o professor, essa ação “ajudou a tornar o mundo um pouco melhor e mais seguro”. (SNOWDEN..., 2013).
II.
Andam nada amistosas as relações entre EUA e Rússia, depois de uma série de divergências entre os governos de Barack Obama e Vladimir Putin. A última trombada dos dois presidentes se deu na semana passada, quando a Rússia decidiu oferecer asilo provisório a Edward Snowden, o ex-técnico da Agência de Segurança Nacional, que delatou o esquema de espionagem do governo americano.
Andam nada amistosas as relações entre EUA e Rússia, depois de uma série de divergências entre os governos de Barack Obama e Vladimir Putin. A última trombada dos dois presidentes se deu na semana passada, quando a Rússia decidiu oferecer asilo provisório a Edward Snowden, o ex-técnico da Agência de Segurança Nacional, que delatou o esquema de espionagem do governo americano.
EUA e Rússia também não conseguem chegar a um acordo para a solução do conflito na Síria, caminham em direções opostas no campo dos direitos humanos e discordam em relação ao sistema de defesa e controle de armas na Europa. Parece que a Guerra Fria do século XXI está esquentando. (ANDAM..., 2013. p. 27).
A questão da Síria está relacionada a um contexto mais amplo das transformações mundiais que têm ocorrido neste último quartel de século, identificado