A febre é um dos sinais clínicos mais frequentes no atendimento ambulatorial em pediatria e seu mecanismo fisiopatológico envolve a ação de uma série de componentes exógenos (relacionados ao agente desencadeante) e endógenos (relacionados ao hospedeiro). Dentre estes, incluem-se as substâncias pirogênicas e vários mediadores químicos com diferentes ações sobre o centro termorregulador.
Assim, os papéis fisiológicos da prostaglandina E2, dos glicocorticoides e do hormônio antidiurético na febre são, RESPECTIVAMENTE: