Considerando quais devem ser os destinatários de políticas de transferência de renda, três matrizes principais pautam esse debate. A primeira delas entende que as transferências de renda devem ser universais, garantidas como direito de todos os cidadãos, sem levar em conta a renda. A segunda concepção considera que essas políticas devem se restringir àqueles extremamente pobres ou incapazes de prover sua própria sobrevivência. Um terceiro grupo, embora defenda políticas universais, entende que, mesmo sendo direitos de todos, devem ter um olhar diferenciado para os mais pobres, com a aplicação de critérios de