Ao avaliar uma criança com Paralisia Cerebral, o terapeuta ocupacional deve considerar:
o típico clínico, mas não as características topológicas quanto às sequelas e como a família "percebe" o diagnóstico, além de investigar a realidade social na qual a criança está inserida e quais as oportunidades, experiências interativas e/ou manipulativas que lhes são oferecidas rotineiramente.
o típico clínico, suas características topológicas quanto às sequelas, sem considerar como a família "percebe" o diagnóstico, além de investigar a realidade social na qual a criança está inserida e quais as oportunidades, experiências interativas e/ou manipulativas que lhes são oferecidas rotineiramente.
o típico clínico, suas características topológicas quanto às sequelas e como a família "percebe" o diagnóstico, além de investigar a realidade social na qual a criança está inserida e quais as oportunidades, experiências interativas e/ou manipulativas que lhes são oferecidas rotineiramente.
o típico clínico, suas características topológicas quanto às sequelas e como a família "percebe" o diagnóstico, sem investigar a realidade social na qual a criança está inserida e quais as oportunidades, experiências interativas e/ou manipulativas que lhes são oferecidas rotineiramente.
o típico clinico, sem as características topológicas quanto às sequelas, e como a família "percebe" o diagnóstico, além de investigar a realidade social na qual a criança está inserida, não considerando as oportunidades, experiências interativas e/ou manipulativas que lhes são oferecidas rotineiramente.
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