A presença da tecnologia na vida escolar está bastante disseminada. Todavia, Rodrigues (in Bacich, Tanzi, Trevisan, 2015) observa uma dinâmica de complexidade a respeito de seu crescente uso: “de um lado, temos a escola tradicional na sua permanência em um modelo que não atende mais aos alunos e às comunidades, gerando professores descrentes de suas capacidades; de outro, novos caminhos virtuais para a educação que ainda não conseguem obter um status oficial o bastante para se afirmar e oscilam entre a alternativa e o descrédito”. Nesse cenário, conforme o autor, a proposta de ensino híbrido