Paciente de 72 anos com diagnóstico de
insuficiência cardíaca congestiva classe
funcional IV (NYHA) em cuidados paliativos
apresentou dispneia intensa em repouso,
taquipneia de 32 irpm, estertores crepitantes em
bases pulmonares bilaterais e saturação de
oxigênio de 88% em ar ambiente. O médico
optou por tratamento farmacológico que reduz a
sensação subjetiva de dispneia mediante ação
sobre receptores opioides centrais, diminuindo a
resposta ventilatória à hipercapnia e a percepção
de falta de ar, sem comprometer
significativamente a mecânica respiratória em
doses adequadas. O fármaco de primeira escolha
para controle da dispneia refratária em cuidados
paliativos é:
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