Um menino de 8 anos, com diagnóstico de asma persistente moderada,
apresenta-se com sintomas diurnos na maioria dos dias, despertares noturnos 3 vezes por semana e
necessita de beta-2 agonista de curta ação (SABA) para alívio diário dos sintomas. Sua função
pulmonar (VEF1) está entre 70-80% do previsto. Ele já utiliza corticoide inalatório (CI) em dose média
e um agonista beta-2 de longa ação (LABA) com boa adesão e técnica inalatória. De acordo com as
diretrizes atuais para manejo da asma em crianças acima de 6 anos (considerando as tendências do
GINA 2025), qual seria a próxima etapa terapêutica mais apropriada?