Com relação aos muitos estudos realizados sobre o jornalismo, há várias teorias propostas. A teoria (I) é a noção-chave de que o jornalista é um comunicador desinteressado, isto é, um agente que não tem interesses específicos a defender e que o desviam da sua missão de informar, procurar a verdade, contar o que aconteceu, doa a quem doer. Na teoria (II), o processo de seleção é subjetivo e arbitrário, as decisões são subjetivas e o jornalista decide se vai escolher essa notícia ou não. Segundo a teoria (III), o trabalho jornalístico é influenciado pelos meios de que a organização dispõe. Essa teoria aponta para a importância do fator econômico na atividade jornalística e considera que o jornalista se conforma mais com as normas editoriais da política editorial da organização do que com quaisquer crenças pessoais.
As teorias que preenchem corretamente as lacunas I, II e III, respectivamente, são: