Os antropólogos sociais britânicos, destaca Adam Kuper (1978, p. 08), “tinham os mais diversos antecedentes e diferiam em todos os aspectos que se queira imaginar, exceto um: eles estavam unidos num grupo profissional excepcionalmente compacto, dotado de uma metodologia revolucionária, padrões compartilhados de treinamento e avaliação, e uma estrutura teórica bastante coerente”. Entre eles, dois antropólogos destacam-se por seus feitos. O primeiro, autor do clássico Argonautas do Pacífico Ocidental (1922), foi . Um de seus triunfos etnográficos foi o de entender que as culturas formavam todos integrados porque se constituíam como unidades funcionais. Para ele, todo e qualquer costume existe para preencher um determinado propósito e, por conseguinte, todos os costumes possuem um significado vivo e corrente para os membros de uma sociedade. O segundo, que pesquisou nas ilhas Andaman, entre os anos de 1906 e 1908, foi . Ele concebia a antropologia como um ramo da ciência natural, ou seja, pensava a investigação dos fenômenos sociais por métodos essencialmente semelhantes aos usados nas ciências físicas e biológicas. Para tanto, apoiava-se na disciplina teórica da sociologia francesa, especialmente Émile Durkheim, no intuito de propor uma bateria rigorosa de conceitos para pensar o que denominava de “sociologia comparada”.
Os nomes que completam correta e respectivamente as lacunas do texto são: