Sobre a insulinoterapia no Diabetes mellitus tipo 2, assinale a alternativa correta.
A mistura de análogos de ação ultrarrápida com insulina NPH na mesma seringa é recomendada, pois é gerada uma pré-mistura estável.
O ajuste da dose de insulina pode ser feito, de preferência, pelo próprio paciente, em aumentos de 2 ou 4U até atingir o alvo de glicemia de jejum.
Na insulinização plena há a necessidade de insulina prandial para cobrir as necessidades de insulina entre as refeições e bloquear a gliconeogênese.
A insulina prandial deve ser iniciada após a principal refeição do paciente e sua dose pode ser calculada de acordo com a contagem de carboidratos.
O regime com 2/3 da dose de NPH da manhã e 1/3 da dose de NPH antes de dormir deve ser encorajado, pois evita-se a hiperinsulinização.
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