O trauma é definido como a transferência de energia a um tecido produzindo lesões. Com o crescente número de animais de estimação na área urbana, ferimentos causados por acidentes automobilísticos, arma de fogo, queimaduras e quedas estão se tornando mais comuns. Dano tecidual por lesões traumáticas neurológicas, contusão pulmonar, destruição de tecidos moles, fraturas ósseas e lesões vasculares são frequentemente associadas a uma experiência dolorosa e podem ter consequências que duram por toda a vida. Embora a dor seja geralmente considerada uma entidade homogênea sensorial, ela pode ser estratificada em fisiológica (nociceptiva) e patológica (inflamatória e neuropática). No paciente politraumatizado, todos esses tipos podem ser encontrados simultaneamente, dependendo da duração. A nocicepção é composta por cinco etapas: Transdução, transmissão, modulação, projeção e percepção. Assim, a avaliação é o primeiro passo no manejo da dor e deve começar na triagem do paciente. A analgesia do paciente traumatizado pode ser obtida mediante a administração de analgésicos sistêmicos por diversas vias ou por bloqueios de nervos periféricos. Sobre as vias de administração de medicamentos no tratamento do paciente com trauma, é CORRETO afirmar que: