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Foram encontradas 35 questões.

3195323 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
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O período histórico que antecede o contato entre os grupos étnicos que ocupavam o território que seria chamado de Brasil e os portugueses, segundo a história do Brasil ficou conhecido como:

 

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3195322 Ano: 2023
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
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O Art. 84 da Lei Orgânica do município de Guaraciaba-SC:

 

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3195321 Ano: 2023
Disciplina: Geografia
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
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O Brasil se destaca Geograficamente no mundo por sua extensão territorial. Qual posição do Brasil no ranking dos maiores países do mundo em termos de área territorial:

 

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3195320 Ano: 2023
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
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De acordo com o Art. 90 da Lei Orgânica Municipal de Guaraciaba-SC, quais são os direitos garantidos aos servidores públicos sujeitos ao regime jurídico único:

 

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3195318 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.

Ganhei R$ 70 mil com apostas online e perdi tudo logo depois

Enquanto outros garotos disputavam partidas de futebol ou iam à praia com os amigos, Santiago Caamaño tinha apenas uma obsessão: jogar.

Dos 14 aos 22 anos, a vida deste jovem galego de Muros, no norte da Espanha, girou em torno do jogo de azar - ele chegou a perder quase 13 mil euros (cerca de R$ 71,5 mil) em um dia.

O caso dele não é um incidente isolado. Segundo dados do Ministério do Consumo da Espanha, os jogadores online com menos de 25 anos passaram de 28% em 2016 para 48% em 2021. E começam a jogar, em média, aos 15 anos.

Embora seja difícil saber o número de pessoas viciadas em jogos de azar a nível global, já que muitos países não têm dados oficiais, algumas entidades como a Associação Europeia para o Estudo do Jogo (EASG, na sigla em inglês) alertam que entre 0,5% e 2% da população mundial tem problemas com jogo.

No Brasil, por exemplo, dados afirmam que 1% tem transtorno do jogo, e 1,3% uma síndrome parcial, totalizando 2,3% da população, de acordo com Hermano Tavares, coordenador do Programa Ambulatorial do Jogo Patológico (Pro-Amjo) do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP).

"E se você considerar a taxa de exposição, que é a pessoa que não aposta, mas convive com um apostador, e, consequentemente, sofre com todos os problemas dele, como desemprego, endividamento extremo, inadimplência, privação de oportunidades, isso chega a 10% da população", acrescentou Tavares em entrevista prévia à BBC News Brasil.

Organizações de terapeutas de várias partes do mundo concordam que o perfil do jogador compulsivo mudou. Se, há uma década, tratava-se de homens de 50 anos viciados em máquinas caça-níqueis - jogo que é operado ilegalmente no Brasil -, hoje, são jovens obcecados por jogos online e apostas esportivas.

Santiago Caamaño é um desses jovens afetados. Sua família e amigos nunca se deram conta de nada. "Afinal, um ludopata não é apenas um mentiroso compulsivo, mas também, um ótimo mentiroso", diz ele à BBC News Mundo. Quando ganhava, ele aproveitava para pagar as dívidas, mas depois, voltava a perder e a dever dinheiro. "É como um círculo vicioso do qual você não consegue sair", afirma.

A ludopatia é reconhecida como uma condição patológica caracterizada pela compulsão de uma pessoa por jogos de azar, o que pode levá-la a graves consequências financeiras, sociais, físicas e emocionais.

Ele acredita que é importante chamar a atenção sobre a ludopatia desde a escola para que os alunos saibam as consequências que esta doença pode trazer.

"Eu sempre digo a mesma coisa: quem vira ludopata é porque já jogou. Quem não joga nunca será ludopata. Então, por que arriscar?"

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nzy9278zro. Adaptado.

Santiago Caamaño 'é' um desses jovens afetados. Sua família e amigos nunca se 'deram' conta de nada.

Conjugando os verbos destacados no futuro do pretérito do indicativo, tem-se a nova frase:

 

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3195317 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.

Ganhei R$ 70 mil com apostas online e perdi tudo logo depois

Enquanto outros garotos disputavam partidas de futebol ou iam à praia com os amigos, Santiago Caamaño tinha apenas uma obsessão: jogar.

Dos 14 aos 22 anos, a vida deste jovem galego de Muros, no norte da Espanha, girou em torno do jogo de azar - ele chegou a perder quase 13 mil euros (cerca de R$ 71,5 mil) em um dia.

O caso dele não é um incidente isolado. Segundo dados do Ministério do Consumo da Espanha, os jogadores online com menos de 25 anos passaram de 28% em 2016 para 48% em 2021. E começam a jogar, em média, aos 15 anos.

Embora seja difícil saber o número de pessoas viciadas em jogos de azar a nível global, já que muitos países não têm dados oficiais, algumas entidades como a Associação Europeia para o Estudo do Jogo (EASG, na sigla em inglês) alertam que entre 0,5% e 2% da população mundial tem problemas com jogo.

No Brasil, por exemplo, dados afirmam que 1% tem transtorno do jogo, e 1,3% uma síndrome parcial, totalizando 2,3% da população, de acordo com Hermano Tavares, coordenador do Programa Ambulatorial do Jogo Patológico (Pro-Amjo) do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP).

"E se você considerar a taxa de exposição, que é a pessoa que não aposta, mas convive com um apostador, e, consequentemente, sofre com todos os problemas dele, como desemprego, endividamento extremo, inadimplência, privação de oportunidades, isso chega a 10% da população", acrescentou Tavares em entrevista prévia à BBC News Brasil.

Organizações de terapeutas de várias partes do mundo concordam que o perfil do jogador compulsivo mudou. Se, há uma década, tratava-se de homens de 50 anos viciados em máquinas caça-níqueis - jogo que é operado ilegalmente no Brasil -, hoje, são jovens obcecados por jogos online e apostas esportivas.

Santiago Caamaño é um desses jovens afetados. Sua família e amigos nunca se deram conta de nada. "Afinal, um ludopata não é apenas um mentiroso compulsivo, mas também, um ótimo mentiroso", diz ele à BBC News Mundo. Quando ganhava, ele aproveitava para pagar as dívidas, mas depois, voltava a perder e a dever dinheiro. "É como um círculo vicioso do qual você não consegue sair", afirma.

A ludopatia é reconhecida como uma condição patológica caracterizada pela compulsão de uma pessoa por jogos de azar, o que pode levá-la a graves consequências financeiras, sociais, físicas e emocionais.

Ele acredita que é importante chamar a atenção sobre a ludopatia desde a escola para que os alunos saibam as consequências que esta doença pode trazer.

"Eu sempre digo a mesma coisa: quem vira ludopata é porque já jogou. Quem não joga nunca será ludopata. Então, por que arriscar?"

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nzy9278zro. Adaptado.

A ludopatia é reconhecida como uma condição patológica caracterizada pela compulsão de uma pessoa por jogos de azar.

O número de substantivos presentes na frase é de:

 

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3195316 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.

Ganhei R$ 70 mil com apostas online e perdi tudo logo depois

Enquanto outros garotos disputavam partidas de futebol ou iam à praia com os amigos, Santiago Caamaño tinha apenas uma obsessão: jogar.

Dos 14 aos 22 anos, a vida deste jovem galego de Muros, no norte da Espanha, girou em torno do jogo de azar - ele chegou a perder quase 13 mil euros (cerca de R$ 71,5 mil) em um dia.

O caso dele não é um incidente isolado. Segundo dados do Ministério do Consumo da Espanha, os jogadores online com menos de 25 anos passaram de 28% em 2016 para 48% em 2021. E começam a jogar, em média, aos 15 anos.

Embora seja difícil saber o número de pessoas viciadas em jogos de azar a nível global, já que muitos países não têm dados oficiais, algumas entidades como a Associação Europeia para o Estudo do Jogo (EASG, na sigla em inglês) alertam que entre 0,5% e 2% da população mundial tem problemas com jogo.

No Brasil, por exemplo, dados afirmam que 1% tem transtorno do jogo, e 1,3% uma síndrome parcial, totalizando 2,3% da população, de acordo com Hermano Tavares, coordenador do Programa Ambulatorial do Jogo Patológico (Pro-Amjo) do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP).

"E se você considerar a taxa de exposição, que é a pessoa que não aposta, mas convive com um apostador, e, consequentemente, sofre com todos os problemas dele, como desemprego, endividamento extremo, inadimplência, privação de oportunidades, isso chega a 10% da população", acrescentou Tavares em entrevista prévia à BBC News Brasil.

Organizações de terapeutas de várias partes do mundo concordam que o perfil do jogador compulsivo mudou. Se, há uma década, tratava-se de homens de 50 anos viciados em máquinas caça-níqueis - jogo que é operado ilegalmente no Brasil -, hoje, são jovens obcecados por jogos online e apostas esportivas.

Santiago Caamaño é um desses jovens afetados. Sua família e amigos nunca se deram conta de nada. "Afinal, um ludopata não é apenas um mentiroso compulsivo, mas também, um ótimo mentiroso", diz ele à BBC News Mundo. Quando ganhava, ele aproveitava para pagar as dívidas, mas depois, voltava a perder e a dever dinheiro. "É como um círculo vicioso do qual você não consegue sair", afirma.

A ludopatia é reconhecida como uma condição patológica caracterizada pela compulsão de uma pessoa por jogos de azar, o que pode levá-la a graves consequências financeiras, sociais, físicas e emocionais.

Ele acredita que é importante chamar a atenção sobre a ludopatia desde a escola para que os alunos saibam as consequências que esta doença pode trazer.

"Eu sempre digo a mesma coisa: quem vira ludopata é porque já jogou. Quem não joga nunca será ludopata. Então, por que arriscar?"

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nzy9278zro. Adaptado.

Caamaño costumava jogar em casas de apostas por causa da socialização - e se sentia menos mal do que quando jogava do quarto. Ele passou a adolescência entre casas de apostas e jogos de pôquer online.

Assinale a opção CORRETA de acordo com o texto base.

 

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3195315 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.

Ganhei R$ 70 mil com apostas online e perdi tudo logo depois

Enquanto outros garotos disputavam partidas de futebol ou iam à praia com os amigos, Santiago Caamaño tinha apenas uma obsessão: jogar.

Dos 14 aos 22 anos, a vida deste jovem galego de Muros, no norte da Espanha, girou em torno do jogo de azar - ele chegou a perder quase 13 mil euros (cerca de R$ 71,5 mil) em um dia.

O caso dele não é um incidente isolado. Segundo dados do Ministério do Consumo da Espanha, os jogadores online com menos de 25 anos passaram de 28% em 2016 para 48% em 2021. E começam a jogar, em média, aos 15 anos.

Embora seja difícil saber o número de pessoas viciadas em jogos de azar a nível global, já que muitos países não têm dados oficiais, algumas entidades como a Associação Europeia para o Estudo do Jogo (EASG, na sigla em inglês) alertam que entre 0,5% e 2% da população mundial tem problemas com jogo.

No Brasil, por exemplo, dados afirmam que 1% tem transtorno do jogo, e 1,3% uma síndrome parcial, totalizando 2,3% da população, de acordo com Hermano Tavares, coordenador do Programa Ambulatorial do Jogo Patológico (Pro-Amjo) do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP).

"E se você considerar a taxa de exposição, que é a pessoa que não aposta, mas convive com um apostador, e, consequentemente, sofre com todos os problemas dele, como desemprego, endividamento extremo, inadimplência, privação de oportunidades, isso chega a 10% da população", acrescentou Tavares em entrevista prévia à BBC News Brasil.

Organizações de terapeutas de várias partes do mundo concordam que o perfil do jogador compulsivo mudou. Se, há uma década, tratava-se de homens de 50 anos viciados em máquinas caça-níqueis - jogo que é operado ilegalmente no Brasil -, hoje, são jovens obcecados por jogos online e apostas esportivas.

Santiago Caamaño é um desses jovens afetados. Sua família e amigos nunca se deram conta de nada. "Afinal, um ludopata não é apenas um mentiroso compulsivo, mas também, um ótimo mentiroso", diz ele à BBC News Mundo. Quando ganhava, ele aproveitava para pagar as dívidas, mas depois, voltava a perder e a dever dinheiro. "É como um círculo vicioso do qual você não consegue sair", afirma.

A ludopatia é reconhecida como uma condição patológica caracterizada pela compulsão de uma pessoa por jogos de azar, o que pode levá-la a graves consequências financeiras, sociais, físicas e emocionais.

Ele acredita que é importante chamar a atenção sobre a ludopatia desde a escola para que os alunos saibam as consequências que esta doença pode trazer.

"Eu sempre digo a mesma coisa: quem vira ludopata é porque já jogou. Quem não joga nunca será ludopata. Então, por que arriscar?"

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nzy9278zro. Adaptado.

Embora seja difícil saber o número de pessoas viciadas em jogos de azar 'a nível global'.

Em relação ao termo destacado, é CORRETO afirmar que:

 

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3195313 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.

Ganhei R$ 70 mil com apostas online e perdi tudo logo depois

Enquanto outros garotos disputavam partidas de futebol ou iam à praia com os amigos, Santiago Caamaño tinha apenas uma obsessão: jogar.

Dos 14 aos 22 anos, a vida deste jovem galego de Muros, no norte da Espanha, girou em torno do jogo de azar - ele chegou a perder quase 13 mil euros (cerca de R$ 71,5 mil) em um dia.

O caso dele não é um incidente isolado. Segundo dados do Ministério do Consumo da Espanha, os jogadores online com menos de 25 anos passaram de 28% em 2016 para 48% em 2021. E começam a jogar, em média, aos 15 anos.

Embora seja difícil saber o número de pessoas viciadas em jogos de azar a nível global, já que muitos países não têm dados oficiais, algumas entidades como a Associação Europeia para o Estudo do Jogo (EASG, na sigla em inglês) alertam que entre 0,5% e 2% da população mundial tem problemas com jogo.

No Brasil, por exemplo, dados afirmam que 1% tem transtorno do jogo, e 1,3% uma síndrome parcial, totalizando 2,3% da população, de acordo com Hermano Tavares, coordenador do Programa Ambulatorial do Jogo Patológico (Pro-Amjo) do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP).

"E se você considerar a taxa de exposição, que é a pessoa que não aposta, mas convive com um apostador, e, consequentemente, sofre com todos os problemas dele, como desemprego, endividamento extremo, inadimplência, privação de oportunidades, isso chega a 10% da população", acrescentou Tavares em entrevista prévia à BBC News Brasil.

Organizações de terapeutas de várias partes do mundo concordam que o perfil do jogador compulsivo mudou. Se, há uma década, tratava-se de homens de 50 anos viciados em máquinas caça-níqueis - jogo que é operado ilegalmente no Brasil -, hoje, são jovens obcecados por jogos online e apostas esportivas.

Santiago Caamaño é um desses jovens afetados. Sua família e amigos nunca se deram conta de nada. "Afinal, um ludopata não é apenas um mentiroso compulsivo, mas também, um ótimo mentiroso", diz ele à BBC News Mundo. Quando ganhava, ele aproveitava para pagar as dívidas, mas depois, voltava a perder e a dever dinheiro. "É como um círculo vicioso do qual você não consegue sair", afirma.

A ludopatia é reconhecida como uma condição patológica caracterizada pela compulsão de uma pessoa por jogos de azar, o que pode levá-la a graves consequências financeiras, sociais, físicas e emocionais.

Ele acredita que é importante chamar a atenção sobre a ludopatia desde a escola para que os alunos saibam as consequências que esta doença pode trazer.

"Eu sempre digo a mesma coisa: quem vira ludopata é porque já jogou. Quem não joga nunca será ludopata. Então, por que arriscar?"

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nzy9278zro. Adaptado.

'Eu sempre digo a mesma coisa': quem vira ludopata é porque já jogou.

Em relação à expressão destacada, é CORRETO afirmar que:

 

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3195311 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Guaraciaba-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.

Ganhei R$ 70 mil com apostas online e perdi tudo logo depois

Enquanto outros garotos disputavam partidas de futebol ou iam à praia com os amigos, Santiago Caamaño tinha apenas uma obsessão: jogar.

Dos 14 aos 22 anos, a vida deste jovem galego de Muros, no norte da Espanha, girou em torno do jogo de azar - ele chegou a perder quase 13 mil euros (cerca de R$ 71,5 mil) em um dia.

O caso dele não é um incidente isolado. Segundo dados do Ministério do Consumo da Espanha, os jogadores online com menos de 25 anos passaram de 28% em 2016 para 48% em 2021. E começam a jogar, em média, aos 15 anos.

Embora seja difícil saber o número de pessoas viciadas em jogos de azar a nível global, já que muitos países não têm dados oficiais, algumas entidades como a Associação Europeia para o Estudo do Jogo (EASG, na sigla em inglês) alertam que entre 0,5% e 2% da população mundial tem problemas com jogo.

No Brasil, por exemplo, dados afirmam que 1% tem transtorno do jogo, e 1,3% uma síndrome parcial, totalizando 2,3% da população, de acordo com Hermano Tavares, coordenador do Programa Ambulatorial do Jogo Patológico (Pro-Amjo) do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP).

"E se você considerar a taxa de exposição, que é a pessoa que não aposta, mas convive com um apostador, e, consequentemente, sofre com todos os problemas dele, como desemprego, endividamento extremo, inadimplência, privação de oportunidades, isso chega a 10% da população", acrescentou Tavares em entrevista prévia à BBC News Brasil.

Organizações de terapeutas de várias partes do mundo concordam que o perfil do jogador compulsivo mudou. Se, há uma década, tratava-se de homens de 50 anos viciados em máquinas caça-níqueis - jogo que é operado ilegalmente no Brasil -, hoje, são jovens obcecados por jogos online e apostas esportivas.

Santiago Caamaño é um desses jovens afetados. Sua família e amigos nunca se deram conta de nada. "Afinal, um ludopata não é apenas um mentiroso compulsivo, mas também, um ótimo mentiroso", diz ele à BBC News Mundo. Quando ganhava, ele aproveitava para pagar as dívidas, mas depois, voltava a perder e a dever dinheiro. "É como um círculo vicioso do qual você não consegue sair", afirma.

A ludopatia é reconhecida como uma condição patológica caracterizada pela compulsão de uma pessoa por jogos de azar, o que pode levá-la a graves consequências financeiras, sociais, físicas e emocionais.

Ele acredita que é importante chamar a atenção sobre a ludopatia desde a escola para que os alunos saibam as consequências que esta doença pode trazer.

"Eu sempre digo a mesma coisa: quem vira ludopata é porque já jogou. Quem não joga nunca será ludopata. Então, por que arriscar?"

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nzy9278zro. Adaptado.

E se você considerar a taxa de exposição, 'que' é a pessoa que não aposta, mas convive com um apostador [...].

O elemento destacado na frase trata-se de:

 

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