Resultados do Vigitel 2016 demonstraram que a prevalência da obesidade aumentou de 11,8% em 2006 para 18,9% em 2016. A frequência é semelhante entre os sexos. Paralelamente, o consumo regular de hortaliças cresceu de 33% em 2008 para 35,2% em 2016, ou seja, apenas 1 entre 3 adultos consomem frutas e hortaliças em 5 dias da semana. Dentre as estratégias intersetoriais de prevenção e controle da obesidade orientadas pela Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional (2014), constam a disponibilidade e o acesso a alimentos adequados e saudáveis, as ações de educação, comunicação e informação, além da promoção de modo de vida saudável nas escolas. Dentre as ações nos municípios, recomendadas no documento, podemos citar
I. a compra institucional da qual hospitais municipais e entidades socioassistenciais mantidas pela prefeitura são abastecidos, em parte, pela produção local, o que contribui para impulsionar e estruturar a agricultura familiar na região.
II. a participação de forma ativa nas redes virtuais existentes, visando à troca de experiências em educação alimentar e nutricional a exemplo do “ Ideias na Mesa” e “ Rede Brasileira de Alimentação Escolar”.
III. o projeto de proibição da existência de cantinas nas escolas públicas devido a indícios de que há duas vezes maior frequência de obesidade nas escolas onde existem cantinas em comparação às que decretaram, por solicitação da comunidade, o fechamento desses estabelecimentos.
Está(ão) CORRETA(S)