Algumas orientações básicas são importantes para o envelhecimento com qualidade de vida: bom nível de atividade física diária; dieta balanceada e com poucas calorias; baixo consumo de álcool; consumo prolongado de antioxidantes (vitaminas E e C) e, principalmente, manutenção ou incremento da atividade mental. Esse último aspecto é de extrema relevância. Em 1998, foram divulgadas pesquisas que mostravam que o cérebro humano adulto é capaz de gerar novos neurônios. Entretanto, investigações em animais de laboratório têm
demonstrado que apenas uma pequena parte desses neurônios sobrevive. Recentemente, novas pesquisas mostraram que a sobrevivência dos neurônios pode duplicar, se estes forem estimulados em ambientes enriquecidos com constantes desafios. Os cientistas estão apenas começando a entender como podemos manter o cérebro ativo. A lição aprendida é: use-o ou perca-o.
C. Tomaz. Viver é o que prolonga a vida.
In: UnB Revista, n.º 7, 2003, p. 32-3 (com adaptações).
Com relação ao tema abordado no texto, julgue o seguinte item.
Conclui-se do texto que o fato de as pessoas não envelhecerem no mesmo ritmo parece não estar relacionado a fundamentos biológicos. Além disso, ainda não há evidências de que manter ou aumentar as atividades mentais durante o envelhecimento possa contribuir para melhorar a qualidade de vida na velhice.