Uma mulher de 80 anos é admitida na sala de emergência com quadro de choque séptico, foco urinário. O exame ultrassonográfico revela hidronefrose à direita, com litíase ureteral. A paciente encontra-se entubada, sob ventilação mecânica, e em uso de doses crescentes de aminas vasopressoras, a despeito da reposição volêmica adequada. A história pregressa dessa paciente revela apenas hipertensão arterial sistêmica e osteoporose. O residente de plantão prescreve hidrocortisona, 50 mg IV a cada 6 horas, iniciada 7h após a constatação do choque, e procura o médico plantonista para discutir o caso.
A alternativa que expressa o estado atual da literatura sobre esse tema é