Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

2448007 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base na leitura do TEXTO. Leia com atenção, antes de respondê-la.
TEXTO
Inovadores solitários trabalham bem com os outros
Enunciado 3554113-1
Tímido e quase surdo, Thomas Edison trabalhava tão obsessivamente em seu laboratório em Nova Jersey que sua própria família mal o conhecia. Ele passou a personificar o mito do gênio solitário, após ajudar a inaugurar a era moderna inventando o fonógrafo e a lâmpada e conquistando mais de mil patentes.
Mas na realidade Edison precisava de ajuda, mesmo que a colaboração não fosse fácil para ele. Nikola Tesla, um assistente frustrado e mal pago, e mais tarde um amargo adversário, descreveu Edison desta maneira: “Ele não tinha hobby, não se interessava por nenhuma diversão e ignorava as mais elementares regras de higiene”.
Desde então, inovadores lutaram com o difícil equilíbrio entre inspiração solitária e realização coletiva, colaborativa. Muitos parecem se inclinar naturalmente para a primeira, mas por pragmatismo adotam a segunda.
Quando Steve Jobs morreu, no ano passado, colegas da Apple lembraram seu estilo muitas vezes bruto e prepotente de liderança, sua arrogância cheia de opiniões e até sua desconsideração pelas regras elementares de higiene. Mas para Jobs a colaboração era essencial. Muitas de suas 313 patentes foram compartilhadas com outras pessoas e, se seus engenheiros e projetistas não cooperassem, ele os demitia.
Como relatou o “Times”, “as patentes também mostram que com frequência Jobs trabalhou com a equipe de desenho industrial para refinar cada detalhe de um produto”.
No livro “Steve Jobs”, Walter Isaacson conta que a Sony tinha todos os ingredientes para dominar a música digital, com uma experiência de usuário integrado que misturava hardware, software e conteúdo. A Apple chegou mais tarde, mas com seus iPods e iTunes criou uma indústria de bilhões de dólares. Sua vantagem? Ao contrário das divisões rivais da Sony, escreveu Isaacson, “Jobs não organizou a Apple em divisões semiautônomas; ele controlava de perto todas as suas equipes e as empurrava para o trabalho como uma empresa coesa e flexível”.
O modelo de colaboração inovadora foram os Laboratórios Bell. Seu campus em Nova Jersey tinha longos corredores com escritórios abertos e seu diretor, Mervin Kelly, incentivava o livre intercâmbio de ideias entre teóricos, físicos, químicos, matemáticos e engenheiros. Na maior parte do século 20, os cientistas da Bell conduziram avanços revolucionários em transistores, fibra óptica, células solares e lasers, para citar só alguns.
“The Idea Factory: Bell LabsandtheGreat Age of American Innovation” [“A Fábrica de Ideias: os Bell Labs e a Grande Era da Inovação Americana”], de Jon Gertner, relata como um teórico, Claude Elwood Shannon, fazia malabarismo enquanto pedalava em uma bicicleta fixa no corredor. Ele também era conhecido por uma teoria da matemática binária que ajudou a criar os computadores digitais.
Mas o que dizer daqueles pensadores pouco sociáveis que não se importam em trocar ideias com um gênio malabarista que pedala no monociclo? Escrevendo na revista “Wired”, Clive Thompson afirmou que, para muitos verdadeiros inovadores, a dinâmica social do “trabalho em equipe incessante” pode ser estressante e causar distração. Thompson ofereceu uma solução grandiosa, mas óbvia: a web.
“Com textos, bate-papo, atualizações, comentários e correio eletrônico, você pode discutir ideias”, escreveu. Mas, ele acrescentou, “pode fazer isso na privacidade”. Ainda melhor, se seus hábitos de higiene estão aquém de suas inovações.
DELANEY, Kevin. Disponível em: http://www.opovo.com.br/app/opovo/thenewyorktimes/2012/04/30/
noticiasnewyorktimes/2830277/inovadores-solitarios-trabalham-bem-com-os-outros.shtml. Acesso em: 14
mai. 2012.
A alternativa em que é apresentada a charge que traduz uma ideia apresentada neste texto é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2448005 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Provas:
Em relação à terapia de substituição renal, assinale a alternativa CORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2443916 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Provas:
A alternativa em que NÃO é uma contraindicação para o uso de trombolítico no acidente vascular encefálico isquêmico é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2443715 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base na leitura do TEXTO, a seguir.
TEXTO
Enunciado 3131938-1
O efeito de humor dessa tira advém do seguinte recurso de linguagem utilizado pelo autor:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2443598 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Provas:
Mulher de 82 anos de idade apresenta-se com hematoquezia volumosa. É hipertensa e coronariopata e faz uso de ácido acetilsalicílico, atenolol, hidroclortiazida e sinvastatina.
Em relação à abordagem diagnóstica, é CORRETO afirmar que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2443395 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base na leitura do TEXTO. Leia com atenção, antes de respondê-la.
TEXTO
Inovadores solitários trabalham bem com os outros
Enunciado 3101705-1
Tímido e quase surdo, Thomas Edison trabalhava tão obsessivamente em seu laboratório em Nova Jersey que sua própria família mal o conhecia. Ele passou a personificar o mito do gênio solitário, após ajudar a inaugurar a era moderna inventando o fonógrafo e a lâmpada e conquistando mais de mil patentes.
Mas na realidade Edison precisava de ajuda, mesmo que a colaboração não fosse fácil para ele. Nikola Tesla, um assistente frustrado e mal pago, e mais tarde um amargo adversário, descreveu Edison desta maneira: “Ele não tinha hobby, não se interessava por nenhuma diversão e ignorava as mais elementares regras de higiene”.
Desde então, inovadores lutaram com o difícil equilíbrio entre inspiração solitária e realização coletiva, colaborativa. Muitos parecem se inclinar naturalmente para a primeira, mas por pragmatismo adotam a segunda.
Quando Steve Jobs morreu, no ano passado, colegas da Apple lembraram seu estilo muitas vezes bruto e prepotente de liderança, sua arrogância cheia de opiniões e até sua desconsideração pelas regras elementares de higiene. Mas para Jobs a colaboração era essencial. Muitas de suas 313 patentes foram compartilhadas com outras pessoas e, se seus engenheiros e projetistas não cooperassem, ele os demitia.
Como relatou o “Times”, “as patentes também mostram que com frequência Jobs trabalhou com a equipe de desenho industrial para refinar cada detalhe de um produto”.
No livro “Steve Jobs”, Walter Isaacson conta que a Sony tinha todos os ingredientes para dominar a música digital, com uma experiência de usuário integrado que misturava hardware, software e conteúdo. A Apple chegou mais tarde, mas com seus iPods e iTunes criou uma indústria de bilhões de dólares. Sua vantagem? Ao contrário das divisões rivais da Sony, escreveu Isaacson, “Jobs não organizou a Apple em divisões semiautônomas; ele controlava de perto todas as suas equipes e as empurrava para o trabalho como uma empresa coesa e flexível”.
O modelo de colaboração inovadora foram os Laboratórios Bell. Seu campus em Nova Jersey tinha longos corredores com escritórios abertos e seu diretor, Mervin Kelly, incentivava o livre intercâmbio de ideias entre teóricos, físicos, químicos, matemáticos e engenheiros. Na maior parte do século 20, os cientistas da Bell conduziram avanços revolucionários em transistores, fibra óptica, células solares e lasers, para citar só alguns.
“The Idea Factory: Bell LabsandtheGreat Age of American Innovation” [“A Fábrica de Ideias: os Bell Labs e a Grande Era da Inovação Americana”], de Jon Gertner, relata como um teórico, Claude Elwood Shannon, fazia malabarismo enquanto pedalava em uma bicicleta fixa no corredor. Ele também era conhecido por uma teoria da matemática binária que ajudou a criar os computadores digitais.
Mas o que dizer daqueles pensadores pouco sociáveis que não se importam em trocar ideias com um gênio malabarista que pedala no monociclo? Escrevendo na revista “Wired”, Clive Thompson afirmou que, para muitos verdadeiros inovadores, a dinâmica social do “trabalho em equipe incessante” pode ser estressante e causar distração. Thompson ofereceu uma solução grandiosa, mas óbvia: a web.
“Com textos, bate-papo, atualizações, comentários e correio eletrônico, você pode discutir ideias”, escreveu. Mas, ele acrescentou, “pode fazer isso na privacidade”. Ainda melhor, se seus hábitos de higiene estão aquém de suas inovações.
DELANEY, Kevin. Disponível em: http://www.opovo.com.br/app/opovo/thenewyorktimes/2012/04/30/
noticiasnewyorktimes/2830277/inovadores-solitarios-trabalham-bem-com-os-outros.shtml. Acesso em: 14
mai. 2012.
Assinale a alternativa em que a palavra ou a expressão destacada estabelece relação entre partes do texto, contribuindo para a sua continuidade.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2442879 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Provas:
Um homem de 45 anos, sabidamente portador de SIDA (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida), apresenta-se no Pronto Socorro, trazido por familiar, com história de perda ponderal de aproximadamente 6 Kg em 2 meses, febre não termometrada, cefaleia e astenia. A última contagem de células CD4+ data de três meses atrás, e é de 80 cls/mm3. Ao exame físico, o médico plantonista percebe redução da força motora no dimídio direito, sonolência, e confusão mental. A temperatura axilar á T. 38,9ºC. Diante dos dados, o médico propõe a realização de uma tomografia contrastada de seguimento cefálico (TCC).
Considerando-se as principais causas de lesão neurológica em pacientes infectados pelo HIV, assinale a alternativa CORRETA:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2442416 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Analise e responda a questão, de acordo com Lei nº 8.112, de 11/12/1990 e suas alterações.
Redistribuição é o deslocamento de cargo de provimento efetivo, ocupado ou vago no âmbito do quadro geral de pessoal, para outro órgão ou entidade do mesmo Poder, com prévia apreciação do órgão central do SIPEC, observados os seguintes preceitos, EXCETO:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2442148 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Provas:
Paciente com síndrome coronariana aguda com supradesnivelamento de ST de V1 a V5 evolui com confusão mental e dispneia. Ao exame, extremidades frias, jugulares ingurgitadas, FC 115, PA sistólica 60, FR 32, crepitações pulmonares até o ápice bilateralmente, sat 76%. Ritmo sinusal ao ECG.
Além do suporte ventilatório, a conduta terapêutica inicial deve incluir
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2441318 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UFMG
Orgão: UFMG
Provas:
Homem, 32 anos, apresenta-se com dispneia início súbito e história de cinco episódios de síncope nas últimas 24 horas. Nega febre, tosse ou outros sintomas. Nega comorbidades, uso de medicamentos, tabagismo, etilismo e uso de drogas. Ao exame, sudorese fria, PA 70/40, FC 121, FR 28, hiperfonese de B2, ausência de ruídos adventícios a ausculta pulmonar. Sat 82%.
O médico plantonista administra 2.000mL de cristalóide e a nova medida da pressão arterial é 80/60. Administra O2 suplementar por máscara facial a 8L/min, sat 89%. Radiografia de tórax sem alterações. Troponina T da admissão 2,04 ng/mL.
O traçado do eletrocardiograma mostra:
Enunciado 3019893-1
Angiotomografia e ecodopplercardiograma indisponíveis. Médico plantonista realiza ultrassom de emergência (EFAST) à beira do leito, o qual evidencia dilatação importante de ventrículo direito.
Qual é o diagnóstico MAIS provável e a conduta inicial MAIS adequada?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas