Na análise de Eugênio Bucci, em seu livro Sobre ética e imprensa, os programas sensacionalistas saciam curiosidades perversas e até mórbidas tirando sua matéria-prima do drama de cidadãos humildes. As câmeras invadem barracos e gravam sem pedir licença a estupefação de famílias de baixíssima renda que não sabem direito o que se passa. A polícia chega atirando; a mídia chega filmando. Segundo o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros – FENAJ 2007, o profissional de imprensa não pode divulgar informações: