A cultura que, de modo geral, orienta a gestão das organizações públicas brasileiras, pode ser denominada de “cultura da interferência política e administrativa, predominantemente regida por um governo de poucas pessoas, patrimonialista, burocrática e corporativa”.
Dentre os traços que a caracterizam, podem ser citados: o burocratismo, a interferência política externa à organização, o autoritarismo centralizado, o paternalismo, a aversão ao empreendedorismo e a descontinuidade da gestão.
O paternalismo se caracteriza como