De acordo com Yazbek (2009 p. 45), “para uma aproximação à experiência de pobreza, exclusão e subalternização de usuários de serviços sociais e assistenciais e, particularmente, para melhor situar a mediação do assistencial na conformação da identidade subalterna, entendemos que o ponto de partida é o enquadramento da questão no âmbito da regulação estatal das camadas mais pobres dos dominados na sociedade brasileira. Neste sentido, se impõe uma incursão ao complexo e desarticulado campo da política social no país, particularizando sua performance na assistência social”. Pensando na performance das políticas sociais pode-se afirmar que há: