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1600561 Ano: 2019
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 40 de anos de idade, engenheiro, sofreu um acidente de trabalho no dia 3 de setembro de 2019, no período da manha, caindo de uma altura de 10 metros e sofrendo desmaio. Foi prontamente levado a um hospital da rede publica e, por meio de raios X, foram detectados fratura de tíbia e fíbula distais em membro inferior esquerdo e achatamento de vértebras lombares. Permaneceu por um mês e cinco dias hospitalizado, tempo em que realizou enxerto ósseo e colocação de osteossíntese no tornozelo esquerdo, imobilização por cinta na coluna lombar, sendo essa última permanência de seis meses. Foi encaminhado para o serviço de fisioterapia com o diagnóstico clânico de osteossíntese de fratura em terço distal dos ossos da perna. Queixas principais: dor em queimação em todo o tornozelo esquerdo e planta do pé, assim como dor na coluna. O paciente está fazendo uso de cadeira de rodas e colete. Observaram-se edema em ambos os tornozelos e pés e hipotrofia muscular em pé esquerdo. A palpação, identificaram- se edema duro em ambos os tornozelos, aderência de cicatriz em tornozelo esquerdo, e pontos-gatilho em romboides do lado esquerdo e em musculatura paravertebral em nível de T12 a L4. Apresentava o tornozelo fixo em flexão plantar.

Com base nesse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Os processos de imobilização podem causar ulcerações no tecido cartilaginoso articular, por causa de alterações provocadas nesse tecido, tais como perda de proteoglicanas, de massa e volume totais da cartilagem.

 

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Residência em Fisioterapia - Urgência/Trauma

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