Para esse coreógrafo/coreógrafa, a dança torna-se aparentemente um movimento natural, o menos estilizado possível e sem finalidade específica. Tenta não construir encadeamentos lógicos, não há um assunto nem mesmo uma vaga intenção em suas coreografias: trata-se de explorar os elementos fornecidos pelo acaso, que não resultam em nada de coordenado.
(Bourcier. História da Dança no ocidente, 2001. Adaptado)
Essa forma de abordar o corpo em coreografias aponta para a perspectiva de